DHEA: A formula da Juventude!

DHEA: A formula da Juventude!

Compartilhe

A desidroepiandrosterona, deidropeiandrosterosa, prasterona 4, ou apenas DHEA (do inglês dehydroepiandrosterone), é uma substância produzida pelo corpo a partir do colesterol das glândulas adrenais, testículos, ovários, tecido adiposo (gordura), cérebro e pele.

A DHEA é utilizada pelo corpo para produzir todos os hormônios importantes secretados pela glândula suprarrenal.

Com o passar dos anos a produção da DHEA pelo corpo aumenta gradativamente atingindo seu pico aos 20 anos de idade, e depois tem sua produção passa a sofre uma diminuição, isso a partir dos 30 anos de idade em média.

E esta perda de produção não é interrompida, aos 65 anos, por exemplo, a produção cai para 10% à 20% da quantidade considerada ideal para um indivíduo, ou seja, uma redução de 80% até 90%.

DHEA a fórmula da juventude

E esta quantidade continua caindo até chegar aos 5% do nível ideal, o que ocorre por volta dos 80 anos de idade.

Segundo o Dr. Von Mühlen da Universidade da Califórnia, estudos já revelaram que a DHEAS (sulfado de deidroepiandrosteroa) protege o sistema cardiovascular, é um fator que evita a obesidade e ainda reforça o sistema imunológico.

Então vamos saber um pouco mais sobre estas substância tão importante, para homens e mulheres, vamos ver o que é mito e o que é verdade sobre a DHEA.

DHEA e o Estresse do Dia-a-Dia?

Não há pior mal hoje em dia do que o estresse da vida moderna, compromissos, crianças, trânsito, metas agressivas no trabalho, a violência das grandes e por aí a fora.

Mas, o que estes acontecimentos do dia-a-dia tem a ver com a DHEA? Tudo.

Quando você está em um momento de estresse, seja qual for o motivo, seu corpo produz mais cortisol e DHEA, quando seu estresse baixa você passa a produzir estas substâncias aos níveis normais.

O problema é que, com o estresse prolongado, o corpo passa a produzir mais cortisol e menos DHEA, em curto período de estresse contínuo pode elevar a produção de cortisol 240%, enquanto reduz em 15% sua produção.

Mas, não é só isso, dependendo do período de estresse contínuo que um indivíduo é exposto, os níveis de cortisol e DHEA não são restaurados para a sua normalidade.

Os efeitos do nível alto de cortisol em conjunto com o nível baixo de DHEA é devastador para o corpo. O sistema imunológico é o primeiro a ser afetado, o risco de infecções é aumentado, o risco de desenvolvimento de determinados tipos de cânceres, alergias e doenças autoimunes são apenas alguns dos seus efeitos.

O processamento de açucares e a função da insulina também sofre alteração, a retenção de sal e água, aumentando o risco de diabetes e pressão sanguínea altas também são frequentes.

Com todos estes efeitos negativos no corpo, o bom humor passa a ser mais raro, o indivíduo tem seu nível de estresse aumentado, tensão pré-menstrual passa a ser mais frequente entre as mulheres, insônia ocasionais ou crônicas são percebidas em alguns casos, dentre outros males do sistema nervoso que são apresentados nestes casos. (THE REAL STORY by Dr. Joseph Debé).

DHEA: quais o benefícios para a mulher

Alguns estudos já mostraram que mulheres em tratamento para engravidar tem 3 vezes mais possibilidade de ter sucesso no tratamento do que mulheres que não utilizam a DHEA.

Mas, qual o motivo? Muito simples, a DHEA é percursora da androstenediona, e esta por sua vez é percursora da testosterona e dos estrógenos estrona e estradiol.

Estes hormônios são diretamente ligados ao sistema reprodutor das mulheres e homens, além disso a ela também é reconhecida pelo aumento na libido da mulher.

DHEA: quais o benefícios da para o homem

Como está diretamente ligada ao sistema reprodutor e é percursora de hormônios ligado à este sistema no corpo do homem, a DHEA é também utilizada em alguns casos para corrigir alguns tipos de disfunção erétil (ED).

Além disso retarda o envelhecimento das células, ajuda no aumento da massa muscular e melhora a disposição sexual ajudando na manutenção da ereção.

DHEA: quais são os sintomas da falta de produção?

Os principais sintomas da queda da produção são: fadiga, ansiedade, depressão, diminuição do interesse sexual, secura da pele e olhos, diminuição da massa muscular, dores nas articulações e densidade óssea, perda de cabelo e pelos em algumas regiões do corpo.

Com a redução da sua produção por um tempo prolongado, pode trazer problemas mais graves como aumento no risco de alguns tipos de cânceres, doença cardiovascular, osteoporose e aumento no risco de doenças psíquicas, tudo isso de acordo com a Universidade de Maryland Medical Center.

DHEA: conclusão sobre o uso da suplementação

Manter seus níveis dentro dos patamares indicados é essencial para o funcionamento do corpo, do sistema cardiovascular, do sistema reprodutor, sexual e mental, para reduzir o nível de estresse e para aumentar a sensação de bem-estar, além de prevenir doenças graves como visto anteriormente.


Compartilhe
  •  
  •  

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *